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Brasil

“Não é possível implementar políticas de desenvolvimento sustentável sem abordar a Educação de Jovens e Adultas/os”

Por Marina Martins González, para a CLADE

Com a aproximação da reunião de balanço intermédio da VI Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA VI), que acontecerá de 25 a 27 de outubro de 2017, em Suwon, Coreia, realizamos uma série de entrevistas a especialistas em educação de pessoas jovens e adultas (EPJA) da América Latina e do Caribe, com vistas a discutir os avanços e desafios pendentes para a garantia dessa modalidade educativa como um direito humano em nossa região.

Nessa nona edição, entrevistamos Timothy Ireland, coordenador da Cátedra UNESCO de Educação de Jovens e Adultas/os (EJA) e professor da Universidade Federal da Paraíba, que comenta os principais desafios e avanços da EJA no Brasil. “Faço um balanço realista: não avançamos como poderíamos e deveríamos ter avançado. Não aproveitamos o impulso que poderia ter nos dado a realização da CONFINTEA VI no Brasil, em 2009. Na América Latina, em geral, não se apostou na EJA como se deveria”, afirma. Leia a entrevista completa a seguir. Lee más…

Brasil

“A EPJA deve gerar empoderamento e garantir que a/o estudante seja um sujeito de direitos, dignidade e entendimento do seu papel na sociedade”

Diante da aproximação da reunião de balanço intermédio da VI Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA VI), que acontecerá de 25 a 27 de outubro de 2017, em Suwon, Coreia, realizamos uma série de entrevistas a especialistas em educação de pessoas jovens e adultas (EPJA) de América Latina e Caribe, com vistas a discutir os avanços e desafios pendentes para a garantia dessa modalidade educativa como um direito humano em nossa região.

Nessa oitava edição, entrevistamos a pesquisadora em EPJA e professora da Universidade de Campinas (UNICAMP), no Brasil, Débora Jeffrey, que analisa as principais oportunidades e brechas para a realização do direito à EPJA no país. “As autoridades dizem que hoje não há demanda na EPJA. Porém, não consideram as inúmeras dificuldades impostas a estudantes da modalidade, que as/os levam, muitas vezes, a desistir dos estudos. Falta merenda, segurança pública e transporte para que os estudantes possam chegar às escolas mais próximas. A modalidade parece uma inquilina do ensino regular, ocupa o espaço que sobrou”, afirma.

Leia a conversa completa a seguir. Lee más…

Testimonios

Perú: “La EPJA debe ser vista como un gran movimiento de carácter cultural, social, político y educativo”

Por Marina Martins Gonzalez, para la CLADE

Como contribución a la reunión de balance intermedio de la VI Conferencia Internacional de Educación de Adultos (CONFINTEA VI), que tendrá lugar en octubre en la República de Corea, realizamos una serie de entrevistas a expertas/os en educación de personas jóvenes y adultas (EPJA) de América Latina y el Caribe, con miras a discutir los avances y desafíos pendientes respecto a la garantía de esta modalidad educativa como un derecho humano en nuestra región.

En esta séptima entrega, entrevistamos al investigador y experto en EPJA de Perú, Cesar Picón Espinoza, quien nos comenta los retos de la educación de jóvenes y adultas/os en su país, entre ellos: el presupuesto insuficiente, la falta de participación de la sociedad civil en el debate y definición de las políticas para esta modalidad educativa, y la necesidad de repensar los planes y programas de EPJA desde los enfoques de la interculturalidad y del atendimiento a las peculiaridades, necesidades y expectativas de las personas jóvenes y adultas. “La EPJA es una pedagogía desde la experiencia. Eso quiere decir que el adulto no parte del cero en su experiencia educativa, sino que ya tiene conocimiento y experiencias previas. ¿Cómo captarlas, cómo sistematizarlas, cómo estructurarlas dentro de un enfoque curricular moderno, flexible y diversificado? Ese es uno de los grandes retos”, afirma. Lee más…